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Boletim 06 de março I Tarde

Serra da Anita com tempo seco, fluxo parado e trafegabilidade parcialmente interditada no sentido norte, com fila de 33km. No sentido norte passaram 0 carretas com 9 eixos, 0 carretas com 7 eixos e 0 caminhões, sem rebocamentos. Já no sentido sul passaram 166 carretas com 9 eixos, 30 carretas com 7 eixos e 25 caminhões, sem rebocamentos.


Riozinho com tempo chuvoso, e fluxo lento com extensão de 15km, com espera de 24h rumo ao sul. No sentido norte passaram 11 carretas com 9 eixos, 3 carretas com 7 eixos e 5 caminhões, sem rebocamentos. Já no sentido sul passaram 0 carretas com 9 eixos, 0 carretas com 7 eixos e 0 caminhões, sem rebocamentos.


Serra do Moraes com tempo chuvoso, com fluxo parado e trafegabilidade parcialmente interditada no sentido sul, devido ao bloqueio no P1 e P2. Em decorrência, há fila de 16km no seg 1 e 8 km no seg 2, com tempo de espera de 36h e 39h, respectivamente. No sentido norte passaram 4 carretas com 9 eixos, 4 carretas com 7 eixos e 7 caminhões, sem rebocamentos. Já no sentido sul passaram 0 carretas com 9 eixos, 0 carretas com 7 eixos e 3 caminhões, sem rebocamentos.


Sobre a Operação Radar

A inspeção diária da BR-163/PA é uma estratégia integrada para escoamento da safra 2018/2019 e faz parte do conjunto de medidas definidas pelo Ministério da Infraestrutura e DNIT, em parceria com o Exército Brasileiro. A operação, que teve início no dia 2 de dezembro de 2018 e segue até maio de 2019, traz uma série de ações, como a instalação de bases operacionais em três trechos da BR (pontos críticos), localizados entre os municípios de Novo Progresso e Moraes Almeida; mobilização de mais de 900 pessoas de equipes do DNIT e do Exército; implantação de sinalização específica para controle do tráfego, e envio de mais de 40 veículos e equipamentos especiais.


Dos 707,4 quilômetros da BR-163/PA localizados desde a divisa com Mato Grosso até a entrada para o Porto de Miritituba, 658 quilômetros já foram pavimentados pelo DNIT. Os quase 49 quilômetros a serem asfaltados estão divididos em dois lotes de obras, sendo 3 km ao sul da Vila do Caracol e 46 km sob responsabilidade do Exército perto de Moraes Almeida.


O trecho da BR-163/PA que foi mais afetado pelas chuvas, próximo à Vila do Caracol, que estava em leito natural, hoje está com os serviços de terraplenagem e drenagem realizados e de pavimentação em execução, o que elevou o nível da rodovia. Somente entre junho e outubro de 2018 já foram pavimentados mais de 33 quilômetros, e o objetivo principal da Autarquia é concluir 100% ainda em 2019. Com o avanço físico das obras neste trecho agora restam apenas sete quilômetros, que receberá as camadas finais de pavimentação e o pavimento asfáltico.


Já em relação às obras sob responsabilidade do Exército Brasileiro, houve grandes avanços com a eliminação dos principais pontos de gargalos na trafegabilidade, que são as serras da Anita e de Moraes. Por ter uma rampa muito íngreme para vencer as serras, e por estar em revestimento primário, estes trechos são constantes alvos de bloqueios neste período pelo tráfego pesado de carga. O rebaixamento de ambas as serras já foi 100% concluído, restando apenas serviços de drenagem profunda e superficial e posteriormente sua pavimentação.


O DNIT planeja a conclusão da pavimentação do corredor até o distrito de Miritituba para o ano de 2019.


ASCOM/DNIT

06/03/2019

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