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Boletim 27 de janeiro | Tarde

Atualizado: 28 de Jan de 2019

O tempo está seco em toda a extensão monitorada pela Operação Radar 163. A trafegabilidade está normal nos dois sentidos (norte e sul) em Serra do Moraes, Riozinho e em Serra da Anita.


Sobre a Operação Radar 163

A inspeção diária da BR-163/PA, visando uma atuação preventiva ou emergencial, faz parte do conjunto de medidas definidas pelo DNIT, em parceria com o Exército Brasileiro e a Polícia Rodoviária Federal. Em dezembro de 2017, equipes foram mobilizadas na rodovia em ao menos quatro bases operacionais, localizadas no Km 30 (Trairão), Vila do Caracol, Moraes Almeida e Novo Progresso, envolvendo pessoal, equipamentos, veículos e sinalização. Outras ações são o monitoramento e controle de tráfego, além de um sistema para divulgação de informações. Ainda como parte da Operação iniciada em 2017, as condições de trafegabilidade da rodovia serão atualizadas diariamente e podem ser conferidas no endereço www.br163pa.com.


Estas ações envolvem mais de 40 veículos especiais e outros equipamentos, tais como pick ups, retroescavadeiras, containers, caminhões carroceria, caminhões tanque, tratores agrícolas, motoniveladoras, escavadeiras hidráulicas e cavalos mecânicos com reboque.

Dos 707,4 quilômetros da BR-163/PA localizados desde a divisa com Mato Grosso até a entrada para o Porto de Miritituba, 658 quilômetros já foram pavimentados pelo DNIT, representando um investimento de mais de dois bilhões do Governo Federal. Os quase 49 quilômetros a serem asfaltados estão divididos em dois lotes de obras, sendo 3km, ao sul da Vila do Caracol, sob a responsabilidade da Construtora Agrienge, e 46 km sob responsabilidade do Exército perto de Moraes de Almeida.


O trecho da BR-163/PA que foi mais afetado pelas chuvas, próximo à Vila do Caracol, que estava em leito natural, hoje está com os serviços de terraplenagem e drenagem realizados e de pavimentação em execução, o que elevou o nível da rodovia. Somente entre junho e outubro de 2018 já foram pavimentados mais de 33 quilômetros, e o objetivo principal da Autarquia é concluir 100% ainda em 2019. Com o avanço físico das obras neste trecho agora restam apenas sete quilômetros, que receberá as camadas finais de pavimentação e o pavimento asfáltico, a depender das chuvas que ocorrem na região neste período.


Já em relação às obras sob responsabilidade do Exército Brasileiro, houve grandes avanços com a eliminação dos principais pontos de gargalos na trafegabilidade, que são as serras da Anita e de Moraes. Por ter uma rampa muito íngreme para vencer as serras, e por estar em revestimento primário, estes trechos são constantes alvos de bloqueios neste período pelo tráfego pesado de carga. O rebaixamento de ambas as serras já foi 100% concluído, restando apenas serviços de drenagem profunda e superficial e posteriormente sua pavimentação. No próximo período chuvoso, a transposição das serras será menos problemática por não existir o elevado greide, que dificultava a passagem dos caminhões na região.


Além destes, outro ponto da rodovia no trecho do Exército está em vias finais de pavimentação para permitir melhorias sensíveis na qualidade da via para o transporte de cargas, reduzindo assim o custo da produção agrícola do país. Este corredor vem se consolidando como rota alternativa ao escoamento da produção para o Porto de Santos, em São Paulo, que já se encontra bastante saturado. A carga teria rota para o Porto de Miritituba, no Pará, através da pavimentação completa da BR-163.


A conclusão integral da pavimentação do trecho entre a divisa dos estados de Mato Grosso e Pará até a cidade de Santarém/PA está estimado em R$ 2,55 bilhões de reais. O DNIT planeja a conclusão da pavimentação do corredor até o distrito de Miritituba para o ano de 2019.


Assessoria de Comunicação Social – ASCOM/DNIT

27/01/2019

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